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quinta-feira, 18 de março de 2010

Eleminando ícones “irremovíveis” na área de trabalho

Se você está com ícones no desktop que não lhe dão a opção de removê-los,não se desespere, não será necessário formatar o computador(tá rindo??? Eu já vi gente fazer isto!!!).


Normalmente estes ícones são instalados por softwares mal-intencionados, porém, alguns programas podem instalá-los também para exibir propagandas de outros softwares.

Para removê-los permanentemente carregue o editor de registro (iniciar-executar, digite “regedit” e tecle “enter”), vá até a chave: "HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\Windows\CurrentVersion\explorer\Desktop\NameSpace".

Clique sobre o sinal + em NameSpace e no seu subdiretório inspecione cada elemento examinando o conteúdo no painel da direita do editor de registro. Quando encontrar o ícone indesejado, clique com o botão direito do mouse por sobre a sua correspondente pasta(no painel da esquerda) e excluir. Confirme a exclusão.

Feche o editor de registro e vá até a área de trabalho. Se o ícone ainda estiver lá pressione f5 para recarregar o desktop.

Paulo.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Lançado o Firebird 2.5

Lançada a nova versão do Firebird, a versão 2.5
Por quê utilizar?

Muito Simples

Firebird ® é um banco de dados universal de código aberto utilizado por cerca de um milhão de desenvolvedores de software no mundo todo para implementar uma ampla gama de aplicações de banco de dados: de sistemas incorporados à soluções empresariais de terabytes de tamanho. O Firebird suporta ACID, triggers, stored procedures, UDF e events; ele roda em 32 - e 64-bit, em Windows, Linux, MacOS X, HP-UX, FreeBSD, entre outros.

Para quem ainda não conhece o Firebird visite o site e informe-se, você vai se surpreender com a evolução atingida por esse sistema nos seus curtos 10 anos de vida.

Para quem quiser engajar nessa divulgação, pode informar-se no site Mindthebird, há inclusive um concurso que está selecionando o melhor desenho para o logo comemorativo dos 10 anos do Firebird. Entre e confira, afinal há um prêmio é de 500 dólares, fora a divulgação de seu trabalho...

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

IE6 não será mais suportado pelo Youtube

Uma triste notícia para os amantes do IE6 (se é que existe algum). O google informou em uma página específica intitulada: “Solve a problem. Upgrading your Browser” (“Solucione um problema: atualize seu browser”), apresentada no youtube, que deixará de dar suporte ao navegador já que suas funções já não atendem mais aos requisitos necessários para a execução, de forma eficaz, das mais recentes tecnologias da web.



Mensagem apresentada no site youtube

A notícia já tinha sido anunciada mês passado no blog oficial do Google, porém agora já temos a data certa: 13 de março. Quem têm o navegador continuará conseguindo visualizar as páginas (pelo menos por enquanto), mas não terá a garantia de que tudo será executado de forma correta já que os desenvolvedores não terão mais a preocupação de ajustar as páginas para rodarem de acordo com o IE6.

O Internet Explorer 6, na minha opinião (e na de de muitos especialistas também) foi o pior navegador já lançado pela Microsoft e com certeza não deixará saudades para a maioria dos internautas, já que opções de bons navegadores hoje em dia é o que não faltam, mesmo assim vale ressaltar que o navegador se mantém no mercado há mais de 9 anos, o que é raro no mundo dos softwares.

Para que tem o navegador instalado na máquina e quer atualizá-lo para a versão 8, aí vai o link do site da microsoft, onde você escolhe a versão do Sistema Operacional e depois baixa a versão correspondente.

http://www.microsoft.com/brasil/windows/internet-explorer/worldwide-sites.aspx

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Duas Instituições de Ensino Chinesas São Suspeitas de Ataques ao Google.

Uma série de ataques aos servidores do Google e outras empresas Norte-Americanas teriam sido originadas de computadores de duas escolas Chinesas, sendo uma delas uma forte aliada do governo Chinês, segundo informações pessoas envolvidas no inquérito que busca apurar a origem e os responsáveis pelos ataques.

As informações são de que os ataques que visavam roubar segredos comerciais e códigos secretos, bem como capturar e-mails enviados por ativistas dos direitos humanos teriam começado no começo de abril, mais cedo do que se imaginava. No dia 12 de janeiro o Google anunciou que ele e outras empresas haviam sido submetidos a ataques sofisticados, provavelmente originados da China, desde então especialistas em segurança da informação, incluindo pesquisadores da NASA vêm fazendo uma aprofundada investigação para descobri quem foram os responsáveis por tais atos, os últimos resultados apontam para servidores localizados em Taiwan.

Uma pesquisa mais aprofundada teria apontado como origem uma grande universidade chinesa (Shanghai Jiaotong University) e uma escola profissional (Escola Profissional Lanxiang), há suspeitas de que uma classe da escola, ministrada por um professor ucraniano, esteja relacionada aos ataques.

Semanas atrás alunos da Shanghai Jiaotong University ganharam uma competição internacional de programação organizada pela IBM, competição chamada “A Batalha dos Cérebros”, derrotando grandes universidades como a de Stanford entre outras.

Shanghai Jiaotong University

Lanxiang, em Shandong no leste da China é uma grande escola profissional, criada com apoio militar e inclusive dá treinamentos para alguns cientistas militares. A rede de escolas opera em grande parceria com o Baidu, um grande buscador chinês, concorrente do Google.
lanxiang School

Tanto o governo dos EUA quanto as empresas lesadas em tal caso estão em alerta máximo com tais fatos, pois desconfiam que o governo chinês possa estar usando tais instituições como camuflagem para executar ataques..

Portas-vozes das instituições disseram não ter ouvido nada sobre os ataques originados em suas instalações, porém alguns professores admitem que é muito comum ver estudantes chineses testarem suas técnicas hacker em sites estrangeiros.

Os executivos do Google não se pronunciaram sobre o caso, apenas comentaram que relatos de outras empresas invadidas mostram que a invasão foi feita através de uma falha até então desconhecida no Internet Explorer.

Acredita-se que a técnica utilizada nas invasões tenha sido, segundo especialistas, a técnica chamada man-in-the-box, onde é explorada a confiança natural entre colegas de organizações. A técnica funciona da seguinte maneira: Depois de infectar um computador com o malware, um invasor é inserido em uma conversa de e-mail contendo um malware em anexo, que muito provavelmente será aberto pela segunda vítima. O malware anexado é o que daria acesso completo ao computador da vítima.